Um pouco de gente no concreto

pilotis

Publicado originalmente na edição especial de aniversário de 53 anos de Brasília do jornal Metro

Dentro de um prédio qualquer pode estar um colombiano dançarino, uma professora de italiano ou mesmo um praticante de cachoeirismo. Talvez eles sejam até seus vizinhos e você não saiba. Se você quiser descobrir, há uma alternativa melhor que apertar os botões do interfone aleatoriamente. Todos eles participam do Projeto Pilotis, criado por três estudantes de design da UnB no começo desse ano.
O projeto pretende reunir pessoas para trocar experiências ou mesmo para bater um papo.  “Somos um grupo para que as pessoas troquem conhecimento, tempo, paciência ou mesmo companhia”, disse Déborah Nogueira, uma das criadoras.

“Queremos mudar a ideia de que em Brasília nada acontece, ninguém se vê.”

O projeto foi um trabalho do curso, mas ultrapassou as fronteiras da universidade. Em quatro meses já são cerca de 560 cadastrados. “Isso deixou de ser um projeto para a UnB e passou a ser um projeto para a vida”, comemora Guilherme Cosac.
“Nós brasilienses  somos  muito fechados. No Pilotis você se abre para o mundo”, afirma Luísa Melo. Para entrar no grupo basta solicitar a participação no site projetopilotis.wix.com/pilotis. “Foi lá que conheci as pessoas mais excepcionais do mundo e que, até então, estavam a sós em casa”, resume Luísa.

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