Gianecchini está com linfoma, o vazio da imprensa

O famoso jornalista Gay Talese escreveu a reportagem mais famosa do mundo do jornalismo, “Frank Sinatra Está Resfriado” quando ele não tinha nada para falar. Talese tentou uma entrevista com o cantor em vão e no fim, no auge de seu desespero, escreveu um perfil sobre o cantor e sua doença, 27 páginas de um grande nada. Um resfriado rendeu a matéria mais adimirada da imprensa mundial. Continuar lendo

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Princípios Editorias das Organizações Globo

As organizações Globo divulgaram no sábado, dia 6, no Jornal Nacional, os seus princípios editoriais. Em um bloco inteiro do jornal, William Bonner e Fátima Bernardes resumiram o documento dando uma pequena aula de conceitos de jornalismo ao telespectador.

Para grande maioria do público deve ter sido muito chato, apesar das numerosas trocas de câmera e inserções de infográficos, mas me despertou o interesse de ler o documento na íntegra, o que você também pode fazer clicando aqui. Continuar lendo

Ainda é arriscado ser jornalista no Brasil

Mesmo com maior liberdade de imprensa, o Brasil continua sendo um dos países em que mais jornalistas são ameaçados por ano.

O Brasil vive um bom momento. Na política, na economia, na sociedade temos visto avanços significativos. Mas isso não necessariamente se traduz em uma maior liberdade de imprensa. Quatro jornalistas foram assassinados no Brasil neste ano, enquanto a Venezuela que sofre com o “reinado” de Chávez registrou apenas uma morte. Continuar lendo

Sudeco ressurge e ninguém noticia.

A Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) foi recriada por uma lei complementar assinada pelo então presidente Lula, em 2009. Mas a proposta ficou guardada nas gavetas do palácio até a sua publicação no Diário Oficial da União do dia 5 deste mês. Mas ninguém noticiou nada a respeito. Continuar lendo

Detrás Da Notícia

A imprensa desde 1830 funciona como uma empresa. Sua visão é sempre o lucro. Portanto, para a mídia a notícia é um produto que tem que interessar os leitores. E, por mais mórbido que possa parecer, o que mais interessa um ser humano é a desgraça do seu igual.

O caso da chacina em Realengo é o exemplo mais recente que temos. Exatamente uma semana após a tragédia e com os mais variados tipos de coisas acontecendo no mundo – a possível inclusão da África do Sul no grupo dos Bric’s é um exemplo claro – ainda vemos em todas as manchetes os desdobramentos da história de todas as pessoas ligadas a Wellington Menezes e ao que ele fez. Continuar lendo